Caso Leidiene: Polícia Civil prende segundo suspeito latrocínio ocorrido em 2018 na capital

Caso Leidiene: Polícia Civil prende segundo suspeito latrocínio ocorrido em 2018 na capital
Leidiene foi atingida à queima roupa pelos disparos. (Foto: Arquivo Pessoal)

Da SSP/TO

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (1ª DHPP – Palmas), efetuou na madrugada desta quinta-feira, 2, no município de Confresa, no estado do Mato Grosso, a prisão do segundo envolvido no crime de latrocínio (roubo seguido de morte) praticado contra Leidiene Pacheco da Silva em setembro de 2018, no Jardim Aureny III, região sul de Palmas.

O homem, de 21 anos, foi preso mediante cumprimento de mandado de prisão temporária, por duas equipes da 1ª DHPP de Palmas que se deslocaram até Mato Grosso e por agentes da Polícia Civil mato-grossense. Depois de passar pelos exames legais cabíveis, ele foi recolhido na unidade prisional da cidade de Porto Alegre, em Mato Grosso e, posteriormente, será recambiado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas, onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

1ª Prisão

A prisão do primeiro envolvido apontado como suposto autor do crime ocorreu no dia 21 de maio com o cumprimento de mandado de prisão temporário tendo sido cumprido pela 1ª DHPP de Palmas na residência no setor Jardim Taquari. Na oportunidade, o homem foi ouvido e encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas.

O delegado-chefe da 1ª DHPP, Guido Camilo, explicou que com as prisões realizadas, a Divisão concluirá o inquérito e o enviará para o Poder Judiciário. O Delegado afirmou que a conclusão deste caso é uma satisfação, pois Leidiene era uma pessoa do bem, mãe de família e que a Polícia Civil do Tocantins trabalhou incessantemente para dar a devida solução ao caso e, assim, uma satisfação à família e à sociedade.

Guido Camilo também agradeceu o apoio das equipes da 1º DHPP de Palmas, que não mediram esforços na investigação do caso e no apoio da Polícia Civil do Mato Grosso. Ele ressaltou também que crimes de homicídio e latrocínio são complexos e levam tempo para serem solucionados, a exemplo do próprio caso da Leidiene.

“A Polícia não tinha muitos elementos investigativos. Tivemos que trabalhar com confronto de dados e análises para chegar ao suposto autor e posteriormente ao segundo envolvido no crime”, explicou o Delegado.

O crime

O crime ocorreu no dia 24 de setembro de 2018. A vítima conduzia uma motocicleta em uma rotatória do Jardim Aureny III, região sul de Palmas, quando foi assaltada e morta a tiros. Na época, as testemunhas disseram à Polícia que a vítima passava por uma rotatória e ao diminuir a velocidade foi abordada pelos bandidos, que queriam a bolsa e o celular da vítima. Ao tentar fugir e escapar do assalto, a mulher foi atingida pelos disparos de arma de fogo e morreu antes mesmo da chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu chegar ao local.

Leidiene Pacheco na época tinha 35, era diarista e deixou três filhos.

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