Prefeitura move ação judicial contra os médicos do município que aderiram à paralisação

Prefeitura move ação judicial contra os médicos do município que aderiram à paralisação

Por Bruno Fernandes

 

Gleydson Nato diz que “herdarão dívida milionária da atual gestão”

 

A prefeitura entrou com uma ação de obrigação de fazer às 15:31 do dia 3 de Dezembro de 2020, sendo deferida uma liminar obrigando a voltar ao trabalho imediatamente sobe pena de multa 1.000,00 Reais por dia até 60 dias.

 

A maioria dos médicos foram pegos de surpresa, pois acreditavam estar brigando por seus direitos, já que o acordo feito entre eles e a prefeitura foi verbal, a prefeitura chegou abrir uma licitação para empresas contratarem os médicos, mas acabou que não deu certo.

 

Segundo a Prefeita Josi Nunes mesmo os médicos não tendo suas reivindicações cumpridas pela atual gestão, o ideal seria o retorno das suas atividades para que não só sofram penas judiciais, mas que beneficie também a população gurupiense.

Gleydson Nato próximo Vice-Prefeito de Gurupi diz que estão entrando em uma gestão onde terão que assumir uma dívida de 320 milhões de reais, mas que mesmo assim querem sentar à partir do dia 1º de Janeiro e conversar pra intermediar de forma direta com os servidores. Deixou bem claro que tanto o atual Prefeito e Secretário de Saúde de Gurupi são irresponsáveis por deixar tudo chegar ao ponto que chegou, citou também que os médicos serão obrigados a voltar a trabalhar graças a essa liminar de segurança vinda de uma ação judiciada pela Prefeitura de Gurupi.

 

Doutor Joilson Lopes disse que o ideal seria mesmo dar um passo atrás, não só para o retorno dos trabalhos, mas que isso ajudaria o processo de transição Municipal mostrando também a boa fé dos servidores municipais.

 

O Secretário Estadual de Saúde Edgar Tolini representou o Governador do Estado e se mostrou solidário a causa e suas reivindicações.

 

É Noticia Tocantins:

O que o cidadão gurupiense tem a ganhar com a parceria Estado e Município?

Secretário de Saúde Edgar Tolini:

Eu acho que o diálogo esta sempre aberto e ai nós temos aqui o que o Estado pode fazer pelo município e o que o município tem a obrigação de fazer pelo seu cidadão, então essas fronteiras tem que ser ampliadas e outra coisa bater nas portas da União, dos ministérios da saúde através dos parlamentares, dos Deputados e Senadores que representam esse Estado dentro do Congresso Nacional.

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