Uma Campanha de Natal diferente em Gurupi

Uma Campanha de Natal diferente em Gurupi

Faça o bem sem olhar a quem! Com essa frase Joana D’arc vem fazendo a filantrópica campanha “Natal Solidário”

 

Idealizada por uma Gurupiense a campanha Natal Solidário vem mudando um pouco a vida de alguns cidadãos de nossa cidade de uma forma muito linda e carinhosa.

 

Ela que se alto declara FEMININA, pessoa que busca ganhar seu espaço e reconhecimento mostrando seus méritos e não só por achar que tem direito.

 

Eu luto pelo direito das mulheres sem agredir as pessoas, mostrando que podemos ganhar nosso espaço por capacidade.

 

Já fui conselheira por dois mandatos e sempre gostei de política, espero que realmente possam haver mudanças e não somente sermos cotas, mas fazermos a diferença aproveitando que somos a maioria e sabendo que muitas querem ajudar a mudar.

 

 

Aproveitando essa vontade de ajudar as pessoas e mudar um pouco as coisas, foi o que nos motivou a fazer essa campanha, apartir do momento que uma das crianças preocupada com a família ao invés de pedir um brinquedo pra ela, preferiu pedir uma cesta básica para ajudar sua família.

 

Eu apenas faço pelas pessoas a mesma coisa que gostaria que fizessem por mim

 

Para Joana D’arc essa campanha se basea apenas em saciar a necessidades dos que são ajudados.

 

Mesmo tendo as limitações trazidas pela Pandemia isso não os impediu de querer prosseguir com o projeto. Lembrou ainda que sua infância foi difícil e que apenas faz algo que gostaria que outros fizessem por ela.

 

Ela é grata a Deus, família e amigos que a tem ajudado todo o tempo para dar seguimento em um projeto que é idealizadora, mas deixa bem claro que sem eles isso nada seria.

 

Não vou mentir pra você e dizer que desta água eu não beberei novamente, mas por agora quero continuar com os meus projetos

 

Joana não deseja parar por aí, sempre admirou a política e diz que isso é só o início, ajudar as pessoas é algo que está em sua essência, vai continuar a levantar suas bandeiras e que fazer a diferença.

 

Por Bruno Fernandes

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